Descubra o Poder de Números 23: Um Testemunho de Bondade e Misericórdia!

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A passagem bíblica de Números 23 é um exemplo de como Deus tem uma força incomensurável e nos mostra que não há limites para sua bondade e misericórdia. A narrativa mostra como Balaão foi enviado por Balaque para amaldiçoar Israel, mas foi impedido por Deus de fazer tal coisa. Em vez disso, o Senhor abençoou o povo de Israel e lhes deu palavras de encorajamento e esperança. Nesta passagem, vemos o poder de Deus e o seu amor incondicional por todos aqueles que o buscam. Esta passagem nos ensina que, mesmo quando a vida parece estar em desordem, Deus é sempre presente e nos dá as forças necessárias para continuar. É uma mensagem de esperança e de fé que nos ajuda a viver de acordo com os princípios cristãos.

Salmo Numeros 23

Conteúdo

Tabela sobre Números 23

Personagem Lição
Balaão Obedecer a Deus e falar somente o que Ele nos ensina.
Balaque Aprender a confiar em Deus e não tentar mudar Sua vontade.
Jacó e Israel A força de Deus é maior que qualquer inimigo.

Números 23

1 Então Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui
sete novilhos e sete carneiros.

2 Fez, pois, Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um
novilho e um carneiro sobre cada altar.

3 Então Balaão disse a Balaque: Fica-te junto do teu holocausto, e eu irei;
porventura o Senhor me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei.
Então foi a um lugar alto.

4 E encontrando-se Deus com Balaão, este lhe disse: Preparei sete altares, e
ofereci um novilho e um carneiro sobre cada altar.

5 Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: Torna-te para
Balaque, e assim falarás.

6 E tornando para ele, eis que estava junto do seu holocausto, ele e todos os
príncipes dos moabitas.

7 Então proferiu a sua parábola, e disse: De Arã, me mandou trazer Balaque, rei
dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e
vem, denuncia a Israel.

8 Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como denunciarei, quando o
Senhor não denuncia?

9 Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este
povo habitará só, e entre as nações não será contado.

10 Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? Que a minha
alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.

11 Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os
meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.

12 E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o
Senhor pôs na minha boca?

13 Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o
verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás; e
amaldiçoa-mo dali.

14 Assim o levou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga; e edificou sete
altares, e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.

15 Então disse a Balaque: Fica aqui junto do teu holocausto, e eu irei ali ao
encontro do Senhor.

16 E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra na sua boca, e disse:
Torna para Balaque, e assim falarás.

17 E, vindo a ele, eis que estava junto do holocausto, e os príncipes dos
moabitas com ele; disse-lhe pois Balaque: Que coisa falou o Senhor?

18 Então proferiu a sua parábola, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; inclina
os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.

19 Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa;
porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?

20 Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso
revogar.

21 Não viu iniqüidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó; o Senhor seu
Deus é com ele, e no meio dele se ouve a aclamação de um rei.

22 Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem.

23 Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; neste
tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que coisas Deus tem realizado!

24 Eis que o povo se levantará como leoa, e se erguerá como leão; não se deitará
até que coma a presa, e beba o sangue dos mortos.

25 Então Balaque disse a Balaão: Nem o amaldiçoarás, nem o abençoarás.

26 Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o
que o Senhor falar isso farei?

27 Disse mais Balaque a Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar; porventura
bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.

28 Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que dá para o lado do
deserto.

29 Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete
novilhos e sete carneiros.

30 Balaque, pois, fez como dissera Balaão: e ofereceu um novilho e um carneiro
sobre cada altar.

Mensagem crista Numeros 23

Números 23: 1-30

Nesta passagem bíblica, Balaque e Balaão são personagens principais. Balaque era o rei dos moabitas e Balaão era o profeta de Deus. Balaque contratou Balaão para amaldiçoar o povo de Israel, mas Deus proibiu-o de fazer isso. Balaão obedeceu a Deus e abençoou o povo de Israel.

Balaque e Balaão oferecem sacrifícios

Balaque pediu a Balaão que construísse sete altares, e sobre cada altar oferecesse um novilho e um carneiro. Balaque e Balaão obedeceram ao Senhor e fizeram como Ele pediu.

Balaão e Deus se encontram

Quando Balaão foi ao lugar alto para encontrar Deus, o Senhor lhe deu palavras para que Balaão falasse ao rei Balaque. Deus também lhe disse que Balaão não deveria amaldiçoar o povo de Israel, mas abençoá-lo.

Balaão profere a sua parábola

Balaão disse a Balaque que Deus não amaldiçoaria o povo de Israel, pois eles eram justos e não havia iniqüidade neles. Balaão também disse que o Senhor tinha abençoado o povo de Israel e que isso não poderia ser revogado.

Balaão abençoa o povo de Israel

Mesmo tendo sido contratado para amaldiçoar o povo de Israel, Balaão obedeceu a Deus e abençoou-os. Ele proferiu uma parábola dizendo que o povo de Israel se levantaria como um leão e não se deitaria até que comesse a presa e bebesse o sangue dos mortos.

Balaão não pode revogar a bênção de Deus

Balaão disse a Balaque que não poderia revogar a bênção de Deus. Ele disse que Deus é fiel e cumpre o que promete. Balaão também disse que o povo de Israel tinha sido tirado do Egito e que Deus estava com eles. Balaão abençoou o povo de Israel e Deus cumpriu a Sua promessa.

Esta passagem nos ensina que Deus cumpre o que promete. Ele é fiel e justo, e não desiste de Seu povo. Devemos confiar em Deus e obedecer a Sua Palavra, pois Ele é digno de toda honra e louvor.

O Significado de Números 23

Números 23 mostra o relacionamento entre Balac e Balaão, o profeta. Balaque, o rei moabita, desejava que Balaão amaldiçoasse o povo de Israel, para que ele pudesse derrotá-lo em batalha. No entanto, todas as vezes que Balaão tentou amaldiçoar o povo de Israel, Deus lhe deu a bênção. Balaão, então, começou a reconhecer que Deus não amaldiçoa aqueles que são justos, e que não há nenhum encantamento ou adivinhação contra Israel, pois Deus está do lado deles. No final, Balaão reconheceu que não havia nada que ele pudesse fazer para amaldiçoar a Israel, e ele saiu com Balaque, reconhecendo que Deus é quem controla o destino desse povo.

Aplicação de Números 23

Números 23 nos ensina que Deus é o único que controla o destino do Seu povo. Devemos procurar viver de acordo com os Seus propósitos, pois Ele é o único que nos pode abençoar. Devemos também evitar o caminho da iniqüidade, pois Deus não abençoa os ímpios. Quando fazemos o que é certo, Deus está do nosso lado e nos abençoa.

FAQ Sobre Números 23


Q: O que significa Números 23?
A: Números 23 mostra o relacionamento entre Balac e Balaão, o profeta. Balaque, o rei moabita, desejava que Balaão amaldiçoasse o povo de Israel, para que ele pudesse derrotá-lo em batalha. No entanto, todas as vezes que Balaão tentou amaldiçoar o povo de Israel, Deus lhe deu a bênção.

Q: Quais são as lições que podemos aprender com Números 23?
A: Números 23 nos ensina que Deus é o único que controla o destino do Seu povo. Devemos procurar viver de acordo com os Seus propósitos, pois Ele é o único que nos pode abençoar. Devemos também evitar o caminho da iniqüidade, pois Deus não abençoa os ímpios. Quando fazemos o que é certo, Deus está do nosso lado e nos abençoa.

Q: O que aconteceu entre Balac e Balaão?
A: Balac desejava que Balaão amaldiçoasse o povo de Israel, para que ele pudesse derrotá-lo em batalha. No entanto, todas as vezes que Balaão tentou amaldiçoar o povo de Israel, Deus lhe deu a bênção. No final, Balaão reconheceu que não havia nada que ele pudesse fazer para amaldiçoar a Israel, e ele saiu com Balaque, reconhecendo que Deus é quem controla o destino desse povo.

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